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O Dia Nacional do Patrimônio Histórico e o descaso com os Casarões ludovicenses 

São Luís, um lugar de beleza ímpar, carinhosamente apelidado de Ilha Magnética, Ilha do Amor, Ilha do Reggae. Cercada de lendas, paisagens, belas praias e um conjunto arquitetônico que atrai milhares de turistas todos os anos. Com o título de Patrimônio Cultural da Humanidade concedido pela UNESCO em 1997, muito teria a se comemorar neste 17 de agosto, constituído como Dia Nacional do Patrimônio Histórico, certo?

De fato, podemos comemorar o nosso vasto acervo de prédios construídos entre os séculos 18 e 19, com azulejos portugueses da época do Brasil colonial, que estão nas belas ruas do Centro Histórico São Luís, frutos de uma planta construída ainda no século 17 e inspirada no urbanismo espanhol. Porém, toda essa preciosidade arquitetônica, motivo de tanto orgulho dos ludovicenses, corre sérios devido ao descaso com o patrimônio histórico da cidade.

Segundo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) são mais de 6 mil imóveis tombados como patrimônio histórico, mas um número considerável é frequentemente alvo de depredação e vandalismo, além de casarões que sofrem com o abandono e são degradados pela ação do descaso e do tempo. De acordo com um levantamento da Defesa Civil no início deste ano, cerca de 150 casarões no Centro Histórico corriam risco de desabar durante o período chuvoso, não colocando em risco apenas a história por trás das construções, mas também a vida de pessoas que estivessem próximas dos locais. Em 2019, eram 92 sob risco de desmoronamento.

Quando os prédios não estão em completo estado de abandono, rachaduras e infiltrações comprometem a estrutura dos imóveis.O maior desafio na preservação deste patrimônio, é encontrar os proprietários para cobrar a restauração das obras, uma vez que a maioria dos seus donos moram em outros estados ou países. Outro problema é o descaso do poder público, que precisa implementar mais projetos voltados para a restauração e preservação deste acervo tão importante.

Neste dia 17 de agosto, que abriga uma data tão importante para a histórica e turística ilha de São Luís, fica a reflexão sobre a importância de clamarmos por ações voltadas ao patrimônio histórico de nossa cidade. Esses prédios são parte de nossa história, e carregam um significado simbólico e cultural para a população ludovicense, merecendo uma maior atenção, para que sigam transmitindo, ainda por muitas gerações, algumas das melhores belezas que São Luís pode oferecer.

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2 Comentários

  1. Avatar
    Luis

    Anibal, me lembrado, no entanto é preciso trazer essa discussão , pois, os governos que aí estãp, nada querem com o patrimônio

  2. Avatar
    Roberth Mota

    temos que fazer por merecer o titulo de patrimonio da humanidade, cidade dos azulejos…na qual a realidade é totalmente deturbada, descaso e abandono do poder publico, segumos fortes e confiantes que vai chegar tão esperada hora da renovação

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