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Anibal reúne com componentes da Turma do Quinto 

O oficial de Justiça e economista Anibal Lins, pré-candidato a vereador de São Luís pelo PL, propôs a criação de um suporte financeiro para cobrir os prejuízos causados aos grupos carnavalescos e de outras manifestações culturais por causa da não realização de eventos neste período de pandemia do Covid-19.

A proposta foi alinhavada, na noite desta sexta-feira (21), em reunião com diretores da Escola de Samba Turma do Quinto Raimundo Nonato Lambal, Gerson Silva e Wilson Maia e a participação de William Moraes, do bloco Os Foliões e representante de blocos tradicionais.

Novas reuniões estão sendo programadas com a participação de mais grupos da área da Madredeus/Codozinho/Lira/Belira/Fonte do Bispo/São Pantaleão, espaço onde Anibal nasceu, se criou e mora até hoje.

Os diretores afirmaram que a Turma do Quinto e as outras agremiações da área se sustentam por meio de eventos realizados antes do Carnaval, como os ensaios, festas eliminatórias para a escoha de enredos, apresentações das baterias etc., que já deveriam ter sido iniciadas e não estão acontecendo. “Por isso a proposta é excelente para cobrir os prejuízos”, afirmou o diretor do Quinto, Raimundo Nonato Lambal.

William Moraes fez duras críticas para a atuação das secretarias municipais de Cultura e a de Turismo que, segundo ele, praticamente não funcionaram e não realizam eventos. “Precisamos que essas secretarias mantenham apresentações durante todo o ano, mas as duas estão paradas há anos”, denunciou.

A proposta de Anibal, colocada na reunião, é que o secretário de cultura seja da área e indicado pelo segmento. “Quem é da área artística e produz eventos culturais saberá atender as necessidades desse setor”, afirmou.

Os diretores do Quinto reclamam, também, que os moradores do bairro tem dificildades de acesso ao Ceprama, espaço que está funcionando de maneira a dificultar a utilização por parte da classe artística.

Denunciam, também, as dificuldades.que sentem para realizar eventos por causas da morosidade e burocracia na liberação de licenças. “A saída é a secretária de Cultura manter um setor que auxilie, facilite e garanta celeridade a esses trâmites”, concluiu.

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